Assim como uma criança sonha em seguir os passos do pai, como cristãos, nosso maior anseio deve ser nos assemelharmos ao nosso Pai Celestial. Essa busca pela santidade, porém, exige discernimento. Uma prima minha, obcecada pela riqueza para seus filhos, acabou colhendo frutos amargos.

A santidade é a pedra angular da nossa fé. Somos chamados a ser santos, pois Deus mesmo é santo (1 Pedro 1:14-16). Minha própria jornada de transformação se iniciou quando encontrei meu Pai Celestial e senti o desejo ardente de imitar suas qualidades, especialmente a santidade.

Embora o livro de Levítico possa parecer árido, ele é crucial para entendermos a santidade de Deus. Versículos como Levítico 11:44, 19:1 e 20:26 nos revelam o desejo divino de um povo santo.

Mais do que um ideal distante, a santidade é um estilo de vida.

Um exemplo inspirador é a história de um empresário que, após um encontro transformador com Jesus, reorientou sua vida em torno da santidade. Ele nos ensina que ser santo significa estar separado para Deus, não apenas buscando o sucesso mundano.

Na esfera teológica, a santidade assume uma dimensão dupla: fomos santificados pelo sacrifício de Jesus (Hebreus 10:10), mas também estamos em constante processo de aperfeiçoamento (Hebreus 10:14).

A jornada da santidade se torna mais palpável quando colocamos em prática algumas ações: orar a Deus, mergulhar nas Escrituras Sagradas (João 17:11, Mateus 22:29) e abrir-se ao Espírito Santo (Atos 10:38, 1 Coríntios 6:19, Efésios 4:30).

Ao final, o convite é irresistível: aceitar Jesus e iniciar essa jornada transformadora. A santidade não se trata de um objetivo momentâneo, mas sim de um compromisso vitalício, um anseio constante de nos aproximarmos cada vez mais da natureza de Deus o nosso Pai.

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