Leitura: Salmo 133, Atos 2:41-47, Atos 4:32, Romanos 14:17-18

Poucas pessoas são contra a ideia de unidade. Votamos em pessoas que prometem trazer unidade. Cantamos músicas sobre unidade e damos prêmios àqueles que trabalham em prol da unidade.

Então, se podemos concordar que a unidade é importante, o que nos impede de buscá-la em nossas próprias vidas?

A resposta está embutida na pergunta. A unidade não acontece simplesmente. É preciso uma busca ativa e contínua. A unidade exigirá que assumamos riscos, entremos em situações desconfortáveis e enfrentemos a possibilidade de nos machucarmos.

Atos 2:42 diz que os primeiros cristãos se dedicavam ao ensino dos apóstolos, à comunhão, ao partir do pão e às orações. Parece uma doce reunião de amigos e familiares, certo?

As pessoas na igreja primitiva não eram todas judias e provavelmente não eram da mesma vizinhança. No entanto, eles abriram suas casas uns para os outros. Eles compartilharam o que tinham e acolheram o ensino e a correção. Eles não tropeçaram na unidade por acidente, eles a buscaram. E enquanto trabalhavam como uma unidade, Deus trabalhava através deles.

“Todos estavam cheios de temor diante dos muitos prodígios e sinais realizados pelos apóstolos… E o Senhor acrescentava diariamente ao seu número os que iam sendo salvos” (Atos 2:43, Atos 2:47).

O medo, o orgulho e a desesperança sempre nos dissuadem de buscar a unidade. Vamos questionar a decisão de estender a mão ou ter uma conversa difícil porque tememos o que a outra pessoa vai pensar. Em vez de dar um passo à frente, diremos a nós mesmos: “Eu posso fazer isso sozinho”. Ou, vamos parar de buscar a unidade antes de começar, presumindo: “Nunca vai funcionar. Por que se preocupar?”

A unidade não vem fácil. Mas se aceitarmos o desafio e superarmos a estranheza, como a igreja primitiva, poderemos ver Deus agir de maneiras milagrosas.

Reflita:

  • Quantos de seus amigos são diferentes de você?
  • O que, se alguma coisa, você acha assustador em construir relacionamentos ou conhecer novas pessoas?
  • Houve alguma vez em que você se convenceu a não buscar uma amizade? O que Deus te ensinou através dessa experiência?

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